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Como analisar o consumo de energia de uma fábrica?

Para conseguir manter uma produção eficiente, as fábricas e as indústrias precisam repensar e analisar o consumo de energia de suas plantas. Sem conseguir medi-lo com precisão — em cada setor — as ações voltadas para a eficiência energética ficam restritas e afetam o orçamento.

Um serviço de gestão de energia pode auxiliar na mensuração dos gastos. Dessa forma, será possível ter um valor preciso sobre quanto fluxo energético é consumido em cada um dos setores da empresa. A partir desse conhecimento, é possível elaborar estratégias para tornar cada ambiente mais eficiente, mantendo o nível de produção.

Se você quer descobrir a importância de analisar o consumo de energia na sua empresa, continue a leitura! Você entenderá as informações que a sua conta traz para otimizar a sua indústria.

Por que devo analisar a conta de energia em minha fábrica?

Se a empresa não entende como o fluxo de energia está segregado em cada setor, não é possível enxergar o verdadeiro consumo. Logo, não é possível identificar como reduzir os gastos mantendo o nível de produção e tornar mais eficiente o seu produto no mercado.

A medição é muito importante porque torna-se uma informação preciosa para a tomada de decisão sobre a estrutura e o maquinário da fábrica. Para conseguir esses dados, uma dica é instalar um serviço de telemetria — um gerenciador de energia que fica na cabine climada da empresa para medir todo o consumo, paralelamente ao medidor da concessionária.

Vale lembrar que não é interessante para a empresa contentar-se com as informações que são fornecidas pela concessionária. Um medidor e um sistema de gerenciamento de energia paralelo ajuda a acompanhar a demanda em kWh e o fator de potência em tempo real.

Essas informações ajudam em diferentes análises, envolvendo o consumo de energia, previsão de custos, previsão de compra no mercado livre etc. Dessa forma, a empresa não corre o risco de ficar sem energia ou precisar adquirir em urgência.

Portanto, entender o consumo é fundamental para estabelecer uma gestão estratégica para a planta. Em muitos casos, a energia elétrica é a segunda ou a terceira maior despesa de uma empresa. É natural que façam mudanças dos equipamentos ou melhorias físicas para conseguir reduzir os custos.

Os benefícios da eficiência energética

O gerenciamento de energia e a eficiência energética trazem benefícios a curto, médio e longo prazo para as instituições. De imediato, a empresa fica mais competitiva, oferecendo um produto mais eficiente e a um preço mais vantajoso. Dessa forma, é possível ganhar em Market Share.

Em médio e longo prazo, a empresa também ganha sobrevivência. Afinal, a companhia que não se preocupa com a energia elétrica tende a condicionar boa parte da sua folha de gastos e, sem a gestão correta, podem gerar mais custos do que lucro.

Uma empresa sustentável precisa estar equilibrada em todos os âmbitos. Ao negligenciar essa questão, o negócio tenderá a ficar insustentável em médio e longo prazo. A participação no mercado poderá diminuir drasticamente e fechar as portas será uma consequência natural.

É preciso ter consciência de que não basta preocupar-se com o que a empresa consome atualmente, é preciso fazer estudos e controles para definir o quanto pretende-se consumir de energia elétrica nos próximos anos.

Por isso, é fundamental seguir monitorando as faturas mensais e o consumo diário de energia. Da mesma forma, deve-se acompanhar as soluções dispostas no mercado para garantir a metrificação do consumo de energia dentro da empresa, sem ficar totalmente dependente das informações cedidas pelas concessionárias.

Como calcular o kWh?

O método mais transparente e correto para saber quanto a empresa paga pelo kWh é recorrendo às resoluções homologatórias da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Nelas há os valores a cada ano junto a mais de 70 distribuidoras de energia em todo o país. Ou seja, é possível saber o valor que cada distribuidora cobra de indústrias, comércios, residências etc.

No entanto, a maneira mais precisa é calculando a parcela da TE (tarifa de energia que reverte os custos de geração) — valores de todos os empreendimentos de geração que fornecem energia para as unidades consumidoras — e soma com o TUSD (custos referentes à transmissão e à distribuição da energia). Somando esses custos com todos os impostos, tem-se o valor total pago por kWh.

As resoluções da Aneel apresentam todos os impostos embutidos na energia elétrica: o ICMS (varia de Estado para Estado), o PIS e o Cofins, e elas estão diretamentes envolvidas no valor final.

Portanto, para chegar-se ao valor exato é preciso:

  1. pega-se o valor que tem na resolução (TE + TUSD) e dividir por 1000;
  2. soma-se o valor dos impostos (ICMS, PIS e Cofins).

Por exemplo, uma empresa que está situada em São Paulo, deverá pegar a tarifa da TE + TUSD que está na resolução da Aneel (0,50 por kWh para o estado paulista) e divide por 1000. Em seguida, você soma o ICMS do Estado (que é de 18%), o PIS e o Cofins (aproximadamente 6% cada). Esse cálculo mostra o valor exato pago por kWh.

No mercado livre, porém, em vez de somar o TE com o TUSD, soma-se o preço da energia no mercado livre ao TUSD. O restante do cálculo é exatamente o mesmo.

O cálculo de kWh é o que vai impactar a conta de luz conforme as horas utilizadas pelo equipamento. Se houver um erro no valor do kWh, haverá falha no tempo de retorno do investimento realizado e na previsão de total do consumo mensal.

Por exemplo: se você fizer uma estimativa de R$ 0,38 por kwh para uma empresa que paga 0,30 o valor do kwh, será preciso mudar todo o projeto, utilizando outro tipo de materiais.

 

Quais medidas tomar para minimizar os custos?

As ações para redução do consumo de energia não podem comprometer a produção e a entrega da empresa. A qualidade dos produtos também não pode ser afetada por essa diminuição e, para tanto, um gerenciamento de energia é fundamental.

Quando falamos em reduzir os custos na indústria por meio desse gerenciamento, estamos falando em reduzir o valor do kWh. Alguns mecanismos podem ser adotados para diminuir o valor pago por kWh consumido pela empresa, dentre eles estão:

  • diminuir a demanda da planta: verificar se a empresa está pagando mensalmente um valor para a distribuidora de energia a mais do que, de fato, é consumido;
  • aumentar o fator de potência: distribuir a rede elétrica de maneira eficiente para reduzir as penalidades com o baixo fator de potência;
  • aumentar o fator de carga: ao fazer isso, é possível diminuir a demanda elétrica contratada pela empresa e reduzir o custo de consumo;
  • migrar para o mercado livre: quando a empresa deixa de comprar energia diretamente da distribuidora, ela passa a adquirir no mercado livre, em que é possível negociar o valor com várias geradoras.

Essas medidas são plausíveis apenas com a análise dos dados, sem a necessidade de custo de instalação ou aquisição de um produto.

Ao falarmos de eficiência energética, a SX Lighting será de grande auxílio para as empresas. Trata-se do mundo físico: trocar equipamentos que tenham maior eficiência e produzam o mesmo trabalho com menor consumo de energia.

Essas ações envolvem a compra de ativo e, somadas com as ações de gerenciamento de energia mais eficiência energética, proporciona uma planta mais eficiente, com a implementação do retrofit do motor, o retrofit da iluminação etc.

Conseguir mensurar e monitorar o consumo de energia pode ser um verdadeiro diferencial estratégico para a empresa. Por isso, é essencial não ficar dependendo das concessionárias. Contar com parceiros que melhorem a eficiência elétrica, como substituir a iluminação por luminária de LED e tornar o projeto otimizado.

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SX Lighting

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