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Eficiência energética: o que é e quais os principais benefícios?

“Menos é mais” já é uma expressão comum em diversos segmentos. No setor de energia, ela pode ser traduzida como eficiência energética. Em outras palavras, ela busca melhorar o uso das fontes de energia para garantir economia.

Somos muito dependentes de energia e, pelo menos no curto prazo, seu custo de produção no Brasil deve crescer. O uso racional desse recurso, então, consiste em tratá-lo de modo eficiente para obter um determinado resultado.

Assim, a eficiência energética é a relação entre a quantidade de energia empregada em uma atividade e aquela disponível para sua realização. A ideia, então, é utilizar a menor quantidade de energia possível para desempenhar uma atividade.

Algumas ações podem ser fundamentais para que essa economia ocorra. É possível, por exemplo, comprar luminárias de LED para a empresa — esses modelos ajudam a economizar até 90% no consumo quando comparados a luminárias incandescentes com nível equivalente de iluminação.

Quer saber mais sobre eficiência energética, qual a importância de implementá-la e quais benefícios ela pode trazer para a sua operação? Então, continue conosco e acompanhe o texto a seguir!

O que é eficiência energética?

Sempre que um aparelho elétrico é ligado, ele se aquece. Isso porque parte da energia elétrica fornecida a ele é dissipada em forma de calor (fenômeno conhecido como efeito Joule). Então, entender o que é eficiência energética é fundamental, pois permite definir se a energia tem sido bem utilizada pelo equipamento.

Quanto menos energia é dissipada, maior a eficiência energética do equipamento. Afinal, isso significa que, em vez de transformar a energia em calor, ela é bem aproveitada pelo dispositivo e há poucas perdas. Atualmente, o avanço tecnológico já permite o desenvolvimento de aparelhos mais eficientes.

Por isso, é preciso entender a distinção entre eficiência energética e economia de energia. A eficiência reflete o fazer mais com menos. Isso quer dizer que, apagar a luz ou fechar a geladeira, por exemplo, poupa energia (e há redução na conta), mas não é eficiente. Afinal, a luminária apagada não é mais eficiente do que a acesa.

Assim, em vez de apagar a luz, pode-se usar luminárias de baixo consumo e tê-las acesas sempre que precisar. Na geladeira, vale verificar se há produtos vencidos e consumir o que está no freezer para que ela possa operar com menor potência.

A eficiência energética implica que, além de reduzir o custo do uso do recurso, ele seja feito de forma consciente e eficiente. Em uma empresa, o raciocínio é o mesmo: desligar equipamentos que não estão em uso ajuda a economizar energia, mas essa ação em si não é eficiente e deve ser somada ao uso eficiente da eletricidade.

Qual a importância da eficiência energética?

A eficiência energética é alvo até de programas governamentais, como o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). Criado em 1985, seu objetivo é disseminar o uso eficiente da energia elétrica. Uma das medidas para isso é a substituição de tecnologias por outras mais eficientes, com menor custo e menor impacto ambiental.

O conceito de eficiência energética não está relacionado exclusivamente à eletricidade. Qualquer processo ou atividade que dependa de alguma forma de energia pode se tornar mais eficiente. No Brasil, quando o assunto é a energia elétrica, há, ainda, muito desperdício e isso afeta a eficiência energética.

Anualmente, são desperdiçados cerca de 10% da energia produzida no Brasil. Somente entre 2011 e 2015, foram 462,2 mil gigawatts/hora (GWh): isso seria suficiente para suprir a demanda do país por um ano inteiro, se for considerada a média de consumo nacional.

Outra medida essencial é dar preferência para equipamentos eletroeletrônicos que tenham Selo Procel de Economia de Energia, que garante que o produto consome menos energia. E, no caso de veículos, o Selo CONPET de Eficiência Energética.

O Selo Procel foi criado em 1993 e indica ao consumidor, no ato da compra, quais produtos apresentam os melhores níveis de eficiência energética. Tem uma escala de letras que vai de A a E: aparelhos com conceito A são os mais eficientes e devem ser priorizados por quem busca reduzir o consumo de energia.

Quais os benefícios da eficiência energética?

Atualmente, as empresas podem receber o selo verde que atesta sua preocupação com o meio ambiente. Organizações com essa certificação são reconhecidas como preocupadas com a sustentabilidade, o que as torna mais bem-vistas no mercado e contribui para seu marketing. Veja, a seguir, outros benefícios:

  • a companhia tem acesso a linhas de crédito exclusivas em bancos como o Itaú e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que oferecem benefícios para empresas com políticas de sustentabilidade sólidas;
  • a organização se torna referência em sustentabilidade em seu segmento;
  • as ações tomadas para obter a certificação melhoram os processos internos ao aumentar a eficiência e diminuir o desperdício;
  • o relacionamento com as comunidades de que a empresa faz parte melhora;
  • a empresa transmite seu comprometimento para acionistas e fornecedores.

Como usar a eficiência energética?

Diminuir gastos com energia pode começar com instalações sustentáveis. Além disso, passa pelo uso de dispositivos de iluminação eficientes (como as luminárias de LED), aquecimento por painéis solares e captação de águas pluviais para reúso.

Além disso, é importante equilibrar as cargas no planejamento da construção, usar cogeração e geração distribuída, transformar processos de aquecimento de ar em insumo para aquecimento de água e tomar outras medidas de longo prazo que possam reduzir os custos.

Como avaliar a eficiência energética?

Veja, a seguir, alguns exemplos de eficiência energética em diferentes tipos de dispositivos.

Iluminação

As luminárias de LED oferecem o mesmo grau de iluminamento que as lâmpadas vapor de sódio, mista e metálica com potência bem menor. Assim, um modelo de LED de 100W e com iluminação entre 12.500 e 14 mil lúmens equivale a um de vapor de sódio de 400W (mais aproximadamente 60W do reator).

Esses 360W de diferença representam quase 80% de economia. E mais: a vida útil do LED é 50 vezes maior e o calor transferido para o ambiente, menor — com isso, os sistemas climatizados gastam menos energia para resfriar o local. Essa economia pode representar, em média, aproximadamente R$ 100 mil de economia mensal direta a cada 1 mil luminárias.

Motores

Um motor de alto rendimento economiza, em média, de 20% a 30% de energia em relação a um tradicional. Além disso, é comum que os motores instalados tenham potência maior do que a necessária, o que significa que, quando ela é ajustada, há mais economia de energia elétrica.

Caldeira (para a produção de vapor)

Há indústrias que usam caldeiras para produzir vapor. É possível tornar essas máquinas mais eficientes por meio da cogeração, do reaproveitamento de gases de escape e do uso de placas solares, por exemplo.

Climatização

A troca de um sistema de climatização antigo (com 15 ou 20 anos de operação) por um novo pode trazer uma economia de 30% a 50% no custo da energia elétrica, além da redução no custo de manutenção. Isso vai depender do sistema e de como a manutenção dele foi feita no período. E se houver a troca da iluminação para luminárias de LED, a economia pode ser ainda maior.

Em outras palavras, adotar uma postura de eficiência energética na organização permite reduzir custos na operação. Além disso, ajuda a intensificar a luta pelo meio ambiente e pela sustentabilidade.

Ficou interessado em investir em eficiência energética na sua empresa? Então, conheça os principais diferenciais das luminárias de LED e saiba como elas podem ajudar nessa transição.

João Pedro Freire

João Pedro Freire

Marketing e Desenvolvimento de Produto na SX Lightinhg
Focado em marketing digital e vendas B2B
Desenvolvimento de processo e gestão
João Pedro Freire

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