6 pontos importantes sobre a luz de emergência!



luminárias de emergência

Já ouviu falar sobre o uso de luz de emergência para empresas de pequeno, médio e grande porte? Neste post, vamos fornecer informações exclusivas sobre esse tipo de projeto e explicar a sua importância para as organizações garantirem a eficiência nas mais diversas situações.

Com a leitura deste artigo, você vai entender o que é a luz de emergência, como ela funciona e em quais segmentos pode ser aplicada. Além disso, vai saber tudo sobre a sua regulamentação, conhecendo os principais modelos e como eles podem ser utilizados para que cumpram a sua função de iluminação dos ambientes.

Outro ponto de destaque, neste conteúdo, é a realização da manutenção periódica das luzes de emergência para garantir o funcionamento adequado. Ficou curioso? Siga em frente!

1. Entenda o que é a luminária de emergência

A luminária de emergência é um equipamento bastante popular, que garante a iluminação artificial dos locais quando falta energia elétrica. É útil em ambientes residenciais, mas é ainda mais importante para os ambientes organizacionais.

Quando o fornecimento de eletricidade é interrompido, as luminárias de emergência são acionadas e mantêm a visibilidade dos estabelecimentos. Sendo assim, são instaladas em vários lugares: corredores, escadas, área produtiva, escritório, outros.

Se você observar, vai encontrar exemplares instalados em shoppings, escolas, academias, condomínios, escritórios, hotéis, indústrias, entre outros. Além de ser benéficas por evitar acidentes e incômodos, são obrigatórias em alguns casos.

Em virtude das imposições das leis estaduais, devem seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR 10.898) e ter a aprovação do Corpo de Bombeiros. Elas podem indicar para as pessoas onde elas podem acessar a saída de forma segura.

2. Descubra como funciona a luminárias de emergência

Essas luminárias modernas funcionam com baterias internas recarregáveis. As suas luminárais podem ser fluorescentes ou de LED (Light Emitting Diode), sendo que estas são as mais indicadas por serem mais econômicas e mais duráveis.

O seu funcionamento é simples: basta deixá-las conectadas em tomadas, pois no momento em que a energia faltar, elas vão acender automaticamente. O tempo de duração da carga da bateria pode variar, sendo a partir de 1 hora.

As recargas devem ser realizadas no modo “desligado”, e demoram até 48 horas para a conclusão do ciclo de carregamento, dependendo da voltagem do produto. Existem aparelhos que indicam se o equipamento está totalmente carregado.

Também, têm proteção diante das oscilações da rede de energia elétrica e minimizam o risco de estrago da luminária. Além do mais, elas devem ser bem fixadas e posicionadas no alto, para que não caiam e ninguém consiga mexer na sua chave seletora.

Outra formato para um sistema de iluminação de emergência seria a aplicação de luminárias ou refletores LED com alimentação em 220V sem necessidade de baterias independentes para cada luminárias. Neste modelo de instalação essas luminárias de emergência estariam em um sistema independente e caso houver uma queda de energia haveria um gerador de energia como fonte de alimentação. O período de duração irá variar conforme o dimensionamento do gerador.

3. Saiba em quais segmentos a iluminação de emergência é aplicada

Talvez você esteja se perguntando se a luz de emergência pode ser aplicada no seu segmento. Apesar de elas serem muito comuns nas casas dos brasileiros por opção, devido à comodidade que elas proporcionam, em alguns locais elas são obrigatórias.

Conforme as normas do Corpo de Bombeiro, os espaços públicos e os condomínios residenciais devem utilizar as luminárias nas saídas de emergência, nos elevadores, nas escadas de serviço e nos locais com fluxo intenso de pessoas. Vale destacar que determinados equipamentos podem durar até 10 horas.

No entanto, o mais importante é que elas tenham qualidade de iluminação e consigam cobrir os espaços escuros. Por isso, deve ser contatada uma empresa especializada e habilitada para realizar a instalação e fornecer assistência técnica durante a implementação do sistema selecionado. Elas vão seguir as normas de segurança, além de oferecer profissionais especialistas no assunto.

4. Conheça os principais modelos de luz de emergência

Para você escolher a sua luminária de emergência, precisa considerar as medidas dos espaços a ser cobertos para encontrar a potência mais indicada. Dependendo do tamanho do local, pode ser um equipamento simples ou mais potente.

Já a intensidade da iluminação vai depender da quantidade de lúmen ou da unidade de fluxo luminoso por metro quadrado — medida conhecida como lux. A Norma Brasileira Regulamentadora (NBR) nº 10.898 registra dois modelos de iluminação de emergência.

Modelo de aclaramento

Tem a função de iluminar os pisos, de modo que é obrigatória em lugares de circulação horizontal ou vertical, os quais contenham saídas externas dos estabelecimentos. Nos locais com desníveis, recomenda-se o uso de no mínimo 5 lux por metro quadrado.

Em áreas com até 96 metros quadrados, aconselha-se a utilização da luminária com no mínimo 288 lúmens. Contudo, nos corredores e halls, um aparelho que forneça 3 lux é suficiente para manter a iluminação adequada.

Modelo de sinalização

Esse tipo de luminária de emergência é perfeito para apontar as direções, indicar os obstáculos e orientar as saídas de ambientes fechados. Ele prover, no mínimo, 30 lux para que cumpra com a sua função.

Dessa forma, os aparelhos são indispensáveis nas cidades, onde são construídos grandes edifícios. Se houver um incêndio, por exemplo, a lâmpada vai fornecer claridade suficiente para a evacuação das pessoas que estão no interior de prédios.

5. Aprenda a utilizar a luminária de emergência

A cada três meses devem ser realizadas testagens das luminárias de emergência, bem como a revisão das cargas de baterias internas quando não ocorrer a falta de energia elétrica. Se houver interrupção no fornecimento de energia, a recarga deve ser feita no dia posterior, durante o período recomendado no manual de instruções.

Os testes são manuais, devendo ser pressionado o botão ou retirando-se o plugue da tomada. Caso isso não seja possível, faça o desligamento do disjuntor e verifique se os aparelhos acendem.

6. Confira como fazer a manutenção

Destaca-se que o teste deve ser feito a cada 90 dias, tendo em vista que se a lâmpada não for utilizada por longos períodos, pode ser danificada. Consequentemente, você precisa simular uma queda de energia e deixar a bateria descarregar completamente, até apagar-se a luz que o equipamento emite. A seguir, faça a recarga durante 24 horas para manter a sua luminária em pleno funcionamento.

Agora, você já sabe o quanto é importante ter um projeto de iluminação de emergência na sua empresa. Com as luminárias instaladas corretamente, os funcionários conseguem realizar algumas atividades que não exigem eletricidade.

Sem falar na segurança que a iluminação proporciona em ambientes com desníveis, evitando acidentes de trabalho e mantendo a tranquilidade dos colaboradores. Lembre-se sempre de fazer a manutenção periódica para não ser pego de surpresa na hora que mais precisar!

Gostou das informações fornecidas neste post sobre a luz de emergência? Aproveite para ler os 3 erros comuns na hora de escolher fabricantes de refletor de LED!

[rock-convert-pdf id=”6662″]




Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *

Postar Comentário